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quarta-feira, 5 de maio de 2010

LEMBRAS-TE QUEM É?

LEMBRAS-TE DESTE GATO?

De que história é?
Como se chamava?
O que acontecia nesta história?
Quais os personagens?
Qual o espaço onde se desenrolava a história?
Qual era o problema da história?
Como terminou?
Gostaste do fim?
Conseguias fazer um melhor?

Vamos inventar uma aventura para o bichano com as suas novas donas?

Escreve no teu magalhães ou caderno e mostra à tua professora, podes pedir ajuda aos teus pais e ser um trabalho conjunto.

Depois a tua história aparecerá no BLOG da turma.


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Uma Aventura
O gatinho e as suas novas donas tinham uma vida feliz e costumavam brincar juntos.

Um dia enquanto se divertiam lá na escola, apareceu um ratinho brincalhão que fez amizade com o gato preto e as suas donas.

Depois de falarem com a bruxa mestra decidiram adoptar o ratinho também. E assim, existe mais um membro na família das bruxas.

Autora: Joana Horta.

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O gato que se transformou num bruxo.



Leonardo, estava muito contente com a sua nova família e divertia-se muito com as seis bruxinhas.



Passados alguns dias a bruxa mestre até lhe deu uma varinha mágica. Quem ficou encarregue de o ensinar foram as seis bruxinhas.



O gato Leonardo ficou muito agradecido e aprendeu muito depressa. Agora, também ele pode fazer bruxarias e por fim transformar-se ele próprio num bruxinho.



Autora: Sofia Santos e Mãe Carla Santos

 

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Depois de ir para a escola das bruxinhas, Leonardo reparou que não era o uníco animal de estimação, também havia um sapo, uma aranha e uma lesma.Então uma das bruxinhas foi mostrar a escola a Leonardo; a sala de aula, as casas-de-banho e o refeitório.



Um dia as bruxinhas levaram o Leonardo a dar uma volta pela cidade e viram uma gatinha também preta como o carvão que andava triste, na mesma situação do Leonardo, sozinha porque todos pensavam que era sinal de má sorte.E Leonardo teve pena dela e disse a uma das bruxinhas para a trazer.


Foram lá a baixo e conversaram com ela para saber se ela queria ir com elas.E, com um grande sorriso disse que sim.


Leonardo já tinha mais uma pessoa com quem brincar .


Uns anos mais tarde até já era... PAI de 6 gatinos!E as 6 bruxinhas eram as madrinhas!


Leonardo e a gatinha foram muito felizes.


Autor: Rúben Dourado





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Nos primeiros dias na casa das bruxinhas, o gato Leonardo andava muito feliz porque para ele tudo era novo. Adorava ver as bruxinhas a fazerem as suas magias e feitiços e adorava principalmente os mimos com que era tratado por ser o único gato que havia lá em casa.

Mas passado uns tempos começou a sentir falta dos seus companheiros dos tempos em que vivia na rua. Todas as noites quando se deitava ficava acordado a pensar neles, e principalmente agora que era Inverno ficava triste por eles estarem ao frio e á chuva.

Leonardo queria pedir as suas donas que todos os seus amigos fossem viver lá para casa, mas não tinha coragem, já tinham sido tão boas para ele que não se sentia com coragem de lhes pedir mais nada.

Mas as bruxinhas perceberam que se passava alguma coisa com Leonardo e perguntaram-lhe. De início Leonardo começou por dizer que não tinha nada e que era muito feliz na sua nova casa, mas quando se lembrou que as bruxinhas tinham poderes percebeu que não adiantava mentir, e acabou por dizer que para ser mesmo feliz precisava de ter todos os seus amigos gatos consigo.

Uma das bruxas, a que era menos boazinha, disse logo que não podia ser, que não havia espaço para tanto gato!

Leonardo ficou tristíssimo, e a bruxinha mais nova, que agora era a sua melhor amiga, foi ter com ele e disse-lhe que ia conversar com as outras bruxinhas para as tentar convencer Mas, passado algumas horas foi ter com Leonardo e disse-lhe que não tinha conseguido convencer as outras e disse-lhe também que realmente não havia espaço para mais gatos.
 Depois desse dia Leonardo ficou convencido de que não podia mesmo ter os amigos com ele, mas começou a ver as bruxinhas sempre aos segredinhos e quando se apercebiam que ele estava a ver calavam-se! Começou a achar estranho, e ainda mais estranho achou quando durante dois dias não o deixaram sair de casa nem ir á janela ver o quintal.


Foi então que um dia, as bruxinhas o foram acordar, taparam-lhe os olhos e levaram-no para o quintal. Quando destapou os olhos Leonardo nem queria acreditar, no quintal havia agora uma linda casa, onde por cima da porta dizia LEONARDO E AMIGOS, e lá dentro estavam mesmo todos os seus amigos dos tempos em que vivia na rua.

Agora sim, Leonardo era realmente feliz!!!


Autoras : Joana Pinheiro e Mãe Miriam Viana

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As bruxas foram para a escola e levaram o gato Leonardo que ficou encantado com o que via. Mas houve algo que o deixou um pouco preocupado. O que seria?



No fim das aulas as seis bruxinhas foram para a cama dormir um belo sono e quando acordaram às 5h, preparam as suas vassouras mágicas e foram para a escola.



O que elas não sabiam é que estava alguém a segui-las, o gato Leonardo.



As seis bruxinhas entraram na sala de aula da bruxa Mimi e o plano da aula era transformarem gatos em sapos.



O gato Leonardo que estava escondido atrás de um armário ficou muito assustado e pensou:



- Mas, e agora o que vai ser de mim. Demorei tanto tempo a encontrar um dono e agora que encontrei querem transformar-me num sapo.



As seis bruxinhas estavam muito atentas ao que a professora ensinava e só pensavam no seu amigo gato que ia ser transformado em sapo.



- Ai, vai ser tão bom, fazer este feitiço. - dizia uma das bruxinhas.



- Pois vai, assim vamos mesmo aprender. O gato nem sabe o que lhe vai acontecer...



- Somos mesmo boas bruxinhas, Ah, Ah, Ah...



O gato Leonardo que estava a ouvir tudo atrás do armário ficou muito assustado.



E pensou:



- O que vou eu fazer para escapar a este feitiço? Já sei! Vou fugir para um sítio onde elas não me vão encontrar.



O gato Leonardo correu, correu muito e chegou ao sítio onde começou a história, à Biblioteca. Aí ficou a salvo ao pé dos seus livros e da sua caminha.



As bruxinhas procuraram, procuraram e não encontraram o gato Leonardo.



- Onde é que aquele malandro se escondeu, disse a bruxa mestre "



- Como é que ele adivinhou o que lhe ia acontecer? - Disse outra bruxinha



- Afinal, quem tem poderes mágicos é ele, porque conseguiu fugir mesmo a tempo de ser transformado num sapo. - Disse outra bruxinha.



- " Temos de ter cuidado com ele porque não vá o feitiço virar-se contra o feiticeiro " - Disse a bruxa mestre.



E lá ficou o Leonardo satisfeito a beber o seu leitinho.

Autor: João Carvalheira e Mãe Susana 




 





AS FLORESTAS

Após a leitura do texto sobre as florestas organizámos dois mapas de conceitos sobre o que aprendemos.





Depois do que aprendeste não te esqueças um bom ambiente é o que queremos para o futuro de todos.
Todos somos responsáveis pelo que acontece na Natureza.

ULISSES - UM HERÓI MÍTICO

ULISSES
Quem será este personagem?




“Ulisses”



Mil e duzentos anos antes do nascimento de Jesus Cristo, vivia na ilha grega de Ítaca um jovem príncipe chamado Telémaco. Seu pai tinha partido para a guerra quando ele era ainda bebé. Agora Telémaco era crescido, quase adulto, mas o pai ainda não tinha voltado. Já se sabia, em Ítaca, que a guerra acabara; todos sabiam que Tróia, a cidade inimiga, havia sido conquistada e destruída. Dando embora o desconto para as dificuldades de navegação e para os perigos do mar, parecia estranho lá na ilha que Ulisses, o pai deTelémaco, não tivesse regressado a casa.







Tão estranho que se espalhou o boato de que Ulisses tinha morrido. Em Ítaca, toda a população passou gradualmente a aceitar essa realidade. O palácio onde Telémaco vivia com Penélope, sua mãe, encheu-se de pretendentes, que queriam à força que a rainha Penélope voltasse a casar.


Mas ela resistiu sempre, embora sem a certeza de que Ulisses estivesse vivo. Só havia uma pessoa em Ítaca que acreditava, no seu íntimo, que Ulisses haveria ainda de voltar. Era Telémaco, seu filho, que sonhava dia e noite com o pai.








Na verdade, Ulisses não morrera. Muitas tinham sido as aventuras e peripécias que tivera de enfrentar após a partida de Tróia. Mas graças à sua extraordinária inteligência, conseguiu sempre sobreviver. O que a mulher e o filho não sabiam era que ele perdera a nau e todos os companheiros num naufrágio. Salvara-se a nado, sozinho, conseguindo chegar à ilha onde vivia uma deusa solitária, Calipso. Esta deusa afeiçoou-se de tal forma a Ulisses que não o quis deixar partir: queria que ele casasse com ela. Queria fazer dele um deus. Mas Ulisses, sempre a pensar na mulher e no filho, nunca aceitou.



A Odisseia de Homero Adaptada para Jovens por Frederlco Lourenço, Lisboa, Cotovia, 2005

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OS PERSONAGENS

Actividade de Expressão Plástica que se seguiu à compreensão da história deste personagem mítico.




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FICHA DE COMPREENSÃO
Esquema de compreensão do texto.
História sobre a história a partir de uma frase.
Trabalho de grupo para resolução da ficha de compreensão.


sexta-feira, 23 de abril de 2010

HISTÓRIA COLABORATIVA - 1ºA, 1ºB e 3ºA

História Colaborativa entre as turmas 1ºA, 1ºB e 3ºA da Escola Vale Figueira nº2






A mata dos medos fica situada junto ao mar, entre Almada e Sesimbra.



Nesta mata entre muita outra vegetação, predomina o pinheiro manso, mas também o zimbro-rasteiro, o medronheiro, a aroeira e o rosmaninho, e alguns animais como: os ouriços-cacheiros, as doninhas, as cobras, as raposas e os coelhos.


É bastante procurada devido às óptimas condições de recreio, lazer e desporto que proporciona, sendo muito conhecida e apreciada pela população local, pelos veraneantes e pelos praticantes de desportos radicais.


Nesta mata vivia uma família de raposas que mordiam a quem passava por lá.



Essa família de raposas chamava-se Família Júnior, tinha muito má fama nas redondezas e todos os animais tinham medo dela.



Um dia, os animais da Mata dos Medos, já muito fartos destas raposas matreiras, resolveram pregar uma partida à Família Júnior.



Escavaram um buraco muito grande e meteram lama dentro dele e, depois disfarçaram o buraco com uma rede e folhas espalhadas.



Entretanto, passou a Família Júnior muito descontraída, não se apercebeu do buraco, e caiu no buraco…



As raposas eram 5, o pai Rabino, a mãe Rapusina, os gémeos Rabolina e Rafulino e o filho mais velho Raculino.



Quando caíram, os animais juntaram-se e gozaram com as raposas.



- Ah, ah caíram … toma lá! – Disse o esquilo Endi.



- Porque é que nos fizeram isto? – Perguntou Rabino muito chateado e zangado.



- Fizemos isto porque vocês também nos pregam partidas. – disse o ouriço-cacheiro Riouço.



- E pensámos que também iam gostar. - continuou a explicar a cobra preguiçosa Cobriça.



- Gostaram da nossa partida? - Disse a doninha perfumada Nidonha.



- Por acaso não … nem pensar! - Responderam em uníssono os gémeos.



- Dêem-nos uma nova oportunidade. – pediu a mãe aflita.



Quando os animas ajudaram as raposas a sair do buraco, elas prometeram usar a sua esperteza para ajudar os outros animais e não para lhes pregarem partidas.


Agora que já leste a história propõe à tua professora um título.

HISTÓRIA: A BÚSSOLA MÁGICA

Num belo dia de Verão, em Julho, Filipe,passeava na praia com o seu cão ScoobyDoo. Para descontrair apanhava banhos de sol e  fazia surf.




Enquanto estavam a surfar, veio uma onda que os atirou para debaixo de água. Na confusão da turbulência, foram empurrados para dentro de uma caverna subterrânea.


Filipe e ScoobyDoo estavam com medo escuro e de estarem perdidos, uma vez que aquela gruta era desconhecida. Encontraram uma bússola no chão, que era velha, ferrugenta e cheia de pó, mas que ainda funcionava. Repararam que ela tinha um botão que ao carregar se transformava num G.P.S impermeável. Nesse momento a bússola disse «Para a frente 5metros, para a esquerda 2 metros, para a direita 3 metros».



O rapaz e o seu cão seguiram as instruções da bússola e encontraram a saída por dentro de uma árvore.



Saíram e viram esquilos, raposas, ouriços-caixeiros, doninhas ,… mas bem lá ao longe avistaram uma zebra colorida.



- Uau! Que estranho animal! – Disse o Filipe.



- Ão, ão ,ão!- ladrou ScoobyDoo muito impressionado, pensando que estava a sonhar .



- Anda, vamos ver ! – E desataram a correr .



A Zebra assustou-se e também começou a correr. Agarrado à zebra um rapaz agarrado, quase a voar .



- Socorro, socorro, ajudem-me! - gritava o rapaz aflito.



- Não vos queremos fazer mal ! – Gritou o Filipe. A zebra parou e o rapaz caiu.



- Estás bem? Como te chamas? – Perguntou o Filipe.



- Estou bem e chamo-me Rui. E tu? Como te chamas? – perguntou o rapaz.



- Chamo-me Filipe e este é o meu cão ScoobyDoo. E essa zebra?... Ou é um cavalo? Porque é que tem tantas cores? – Perguntou o Filipe.



- É a minha zebra Rainbow, a mãe dela tomou um comprimido estragado e quando nasceu já tinha estas cores. Ela é especial, tem cores e quando aparece o arco-íris começa a brilhar.



- É mesmo impressionante! O meu cão, ladra, salta, rebola, faz cocó na rua que tenho de apanhar, come, faz-me companhia, dá-me carinho e protege-me, por isso ele é muito especial para mim. – disse o Filipe.



- Ambos temos animais muito especiais que merecem o nosso carinho. – Disse o Rui.



A partir daquele dia os rapazes encontravam-se quando aparecia o arco-íris na mata dos medos. Sempre que se perdiam usavam a bússola.







História Colectiva – 3º A

O GATO DAS BOTAS - reconto colectivo


O Gato Das Botas



1 Num moinho viviam três irmãos que eram muito pobres. Mas tinham um gato muito espertalhão.

Os irmãos chamavam-se: Máximo, Marcolino e Manuel.

Marcolino e Máximo já tinham emprego mas o Manuel apenas tinha o gato para o ajudar.


2 Ele pensou que poderia ajudar o Manuel a arranjar dinheiro.

Pensou, pensou… pensou.

 
3 Pediu ao Manuel que lhe arranjasse uma roupa bonita, porque ele queria ir ao castelo, visitar o rei.

O gato foi para o campo passear e pensou em caçar um coelho para oferecer ao rei.





4 O gato matreiro foi caçar um coelho e encontrou um, que estava distraído a comer cenouras.

O gato aproximou-se devagar e com a sua armadilha apanhou-o.


5 O gato foi ao castelo entregar o coelho que caçou.

Pelos montes onde passou viu :pássaros, montanhas e lá ao fundo avistou o castelo do Rei.




6 O gato ofereceu o saco com o coelho ao rei e disse-lhe:

- Sua Excelência, ofereço-lhe um coelho, dado pelo meu dono, Marquês de Carabás.


7 O rei disse ao gato:

- Obrigado! Agradece ao teu dono.

O rei disse ao gato que ia passear com a sua filha e o gato teve uma ideia :

- Vou dizer ao Manuel que venha comigo ao lago.


8 Como o rei vai passear ao pé do lago , eu vou dizer ao Manuel para fingir que se está a afogar e que diga que é um marquês, e assim o rei talvez o vá salvar.




9 O gato e o Manuel conversaram e o gato disse:

_ Eu disse ao rei que tu eras rico e tinhas uma casa de sonho. Com móveis bons, coloridos como as cores do arco-irís.

10 - Ok, eu vou fingir que me estou a afogar. -disse o Manuel

- Mas primeiro tens de te despir, mas não te dispas todo, deixas as cuecas.


11 Foi ter com o rei.

- O meu patrão está em perigo, venha ajudá-lo alteza! Venha rápido por favor!

- Sim claro que vou!





12 - Socorro! Socorro! salvem-me que eu me estou a afogar!

- Quem se está a afogar? -perguntou o rei

-É o Manuel, Marquês de Carabás. - respondeu o gato.

-Ele foi assaltado e precisa de roupa. – disse o gato.





13 O gato ficou satisfeito por ter enganado o rei.

A princesa e o rei pensaram que estavam a ajudar o Manuel, Marquês de Carabás.





14 O rei deu uma roupa especial ao Manuel e tinha uma roupa muito linda: um chapéu com uma pena muito grande, uma capa grande ,um casaco, uns calções como uns balões e umas botas muito lindas.

Ele ficou muito elegante.





15 O gato estava muito satisfeito por ter enganado o rei. A princesa e o Manuel casaram-se e estavam muito felizes.





16 Eu sou rico e alegre,

com um Marques de Carabás.

Eu adoro ter comida…

Da cabeça aos pés.